História
no
Brasil
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Miklos
Burger |
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Acho que houve um compositor brasileiro que
disse que é impressionante
a força que as coisas parecem ter quando elas precisam
acontecer, algo assim. A chegada de Freqüências
ao Brasil foi assim.
Em dezembro de 2001, Briah Anson participou de um curso de
Frequencies of Brilliance nos Estados Unidos. Ficou impressionada,
mesmo sendo uma pessoa de larga experiência em todo tipo
de sistemas para desenvolvimento do ser humano. Ficou com muita
vontade de praticar o que tinha aprendido. Em janeiro de 2002
ela veio ao Brasil, sendo professora do curso de formação
em Rolfing em nosso país. Alguns brasileiros receberam
sessões de Freqüências de Briah. Entre eles,
Sonia Gomes, também professora de Rolfing, que vive
em Salvador, Ba, onde eu também moro. Sonia também
ficou muito impressionada com as duas sessões que recebeu.
Adquiriu pela Internet alguns CDs de Christine Day (Transmissões).
Convidou alguns de seus amigos (entre eles eu) a ouvir estes
CDs. Confesso que a princípio não gostei muito,
mas o entusiasmo de Sonia era contagiante. Entrei no site americano
de Frequencies e fiquei muito impressionado com o que ali é colocado:
novas áreas cerebrais sendo ativadas, mudança
do DNA, etc. Seria possível? Eu sou uma pessoa que gosta
de conferir. Mandei um email para Christine Day e ela imediatamente
respondeu! Este já é um fato marcante, porque
ela é uma pessoa extremamente atarefada, viajando pelo
mundo ensinando seus cursos. Eu perguntava a ela qual seria
a melhor porta de entrada para este sistema que ela havia desenvolvido.
A resposta foi: faça o curso Básico de 14 dias.
OK. Fui olhar no site onde e quando este curso seria oferecido.
Seriam 3 até o fim do ano, o primeiro em julho na Holanda,
o segundo em setembro em Israel e o terceiro nos Estados Unidos
em dezembro.
Pensei em talvez fazer este último, eu poderia usar
minha milhagem, até lá já teria o suficiente
para uma passagem gratuita para os Estados Unidos. O primeiro,
na Holanda, foi logo descartado porque coincidia com um módulo
de S. E. (Somatic Experiencing), e eu era aluno (e tradutor,
quando necessário) nesta formação. Israel
ficaria muito caro. Então escrevi para a organizadora
deste curso nos EUA, que era exatamente a Briah. Ela não
respondia. Escrevi de novo, nenhuma resposta. Comecei a ficar
irritado, queixei-me com Sonia. Sonia ligou para Briah, mas
eu nunca obtinha as informações que necessitava
para me inscrever. E, as passagens gratuitas tem que ser reservadas
com bastante antecedência.
Comecei a brincar com a idéia (de onde teria vindo)
de fazer logo na Holanda. Escrevi para a organizadora de lá,
Nomi Bing. Na mesma hora ela me respondeu, super receptiva,
dando todo o apoio. Eu dizia a ela de minhas dúvidas
e até de meu receio da viagem porque estava em plena
crise de coluna. Ela me disse que o curso era maravilhoso e
que acreditava que poderia me ajudar com a coluna.
Os sinais estavam acenando. Eu não teria passagem gratuita,
mas a passagem não estava muito cara, eu ainda pegava
baixa estação e dava para dividir varias vezes.
Embora estivéssemos próximos da data do curso,
ainda havia vaga para mim. Entrei em crise. Como dizer a Sonia,
que era quem organizava o curso de S. E., que eu não
participaria? Mas, ela foi compreensiva e me disse: faça
o que seu coração mandar. Eu sabia o que meu
coração pedia, mas minha mente estava bem ativa
me atormentando. Eu não tinha a menor idéia de
que curso era este. Não conhecia ninguém que
houvesse passado por ele. Seria um mergulho no desconhecido.
Finalmente decidi. Lá fui eu para um local rural na
Holanda, perto da fronteira com a Alemanha.
Além de Nomi, organizadora e assistente, e Christine
Day, a professora, éramos 10 pessoas: 7 holandeses,
uma suíça, um americano e este brasileiro nascido
na Hungria. Logo vi que eram pessoas de bom nível, que
não eram marinheiros de primeira viagem. No primeiro
dia Christine recebeu cada um de nós com um abraço
caloroso. Ali no altar estava a foto de Sai Baba, que Nomi
havia colocado. Isto foi ótimo para mim, pois sou devoto
de Sai Baba, e me senti reconfortado. Swami estava presente,
e Ele não me deixa ir onde não devo ir.
Não vou relatar tudo que se passou naquelas duas semanas,
apenas que houveram momentos extraordinários para todos.
Num certo momento do curso, me veio que deveria parar de tomar
os anti-inflamatórios que estava usando para a crise
de coluna. Assim fiz, e a crise passou! Uma crise que já durava
bastante, e que eu já havia tentado de tudo, sem resultado.
Perguntei a Christine se ela estaria disposta a vir ao Brasil
para oferecer este mesmo curso. Ela foi muito receptiva e marcamos
uma data, sem compromisso.
Eu soube que em setembro ela daria um Avançado na Califórnia
e perguntei se eu poderia participar. A resposta foi sim. No
Avançado haveria modelagem de osso, que poderia ajudar
ainda mais minha coluna, sem falar na produção
de Mana, para suplementar nossa alimentação e
mesmo substituí-la, em caso de necessidade. Muito fascinante.
Eu não era uma pessoa que tivesse condições
de fazer duas viagens internacionais no mesmo ano. Mas, tudo
se abriu. Eu ainda tinha minhas milhas, o dinheiro apareceu
e eu fui!
Isto foi muito importante. Na verdade, quando voltei ao Brasil,
fiz uma palestra para umas 50 pessoas (que surgiram não
sei de onde, porque mal divulguei) falando de minhas experiências
na Holanda. Não tanto minha palestra, mas o CD de Christine
que colocamos no final provocaram um impacto em varias pessoas.
Elas manifestaram interesse em fazer o curso!
Passei a oferecer algumas sessões com resultados bastante
interessantes, mas depois de algum tempo foram escasseando
estas sessões. Havia um manual com ilustrações,
mas aquilo a principio me parecia muito complexo. É difícil
sustentar um trabalho sozinho num país. Acho que se
eu não fosse logo para o Avançado me recarregar,
acabaria abandonando as Freqüências. Tudo estava
divinamente orquestrado.
O Avançado na Califórnia superou minhas expectativas.
O grupo no Avançado era bem maior, e entre meus colegas
estava a Briah (ela me disse que não havia respondido
meus emails porque tem muita dificuldade com computadores).
Briah é uma das principais mestras de Rolfing no mundo,
e como já mencionei, já passou por muita coisa.
Briah me disse que não existe nada igual a Freqüências
de Brilho, um trabalho bem recente no mundo todo. A interação
com vários outros colegas também me trouxe informações
preciosas e reforço para minha determinação
crescente em levar o curso ao Brasil. Tornei a conversar com
Christine e batemos o martelo. O primeiro Básico no
Brasil seria em abril de 2003.
Isso jamais aconteceria se meu plano racional de fazer o Básico
nos Estados Unidos em dezembro de 2002 se concretizasse.. Aliás,
meu mental criou angustia com relação a organizar
este curso no Brasil. Havia muita coisa envolvida, muita mesmo.
Christine procurou me tranqüilizar: disse que o curso
no Brasil já havia acontecido e tinha sido um grande
sucesso! Isto em outubro de 2002 na Califórnia!
Ao voltar ao Brasil fiz nova partilha, atraindo bastante gente.
Reservei um espaço que me pareceu adequado e iniciei
as inscrições. Aidda Pustilnik se inscreveu!
Ora, para quem não sabe, Aidda é uma referência
no Brasil, ou na América do Sul, uma pessoa de grande
experiência e conhecimento. Orgulho-me de ser seu amigo.
Aidda já havia me dito anteriormente que já havia
feito todas as formações que necessitava, que
não participaria de mais nenhuma. E no entanto, inscreveu-se
para 14 dias de Freqüências de Brilho, em meio à sua
agenda ocupadíssima (lecionar e organizar a Dinâmica
Energética do Psiquismo por este vasto país).
Foi Aidda que ajudou a divulgar o curso e aos pouquinhos as
16 vagas foram preenchidas! Com um mínimo de 10 pessoas
o curso aconteceria, mas logo o primeiro curso já teve
plena lotação. Impressionante, ainda mais tendo
em vista que o curso não é barato, os participantes
tem que ficar afastados de seu trabalho duas semanas, e as
pessoas de outros estados ainda tinham a despesa com a passagem
aérea.
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Christine Day |
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Quando chegou janeiro, tive uma intuição. Sentia
algum mal estar com relação ao local do curso.
Propus à minha esposa Marjorie (inscrita para a primeira
turma) que passássemos um fim de semana no local para
sentir melhor. Realmente não era para ser lá.
O salão não daria, havia vários problemas
que na primeira visita eu não havia detectado com a
clareza que me veio na segunda visita. Voltamos para casa domingo
após o almoço, eu bem preocupado, faltavam dois
meses e pouco para o curso e eu não tinha local! Ao
chegar em casa abri uma publicação onde vi uma
propaganda de um espaço de que eu nunca tinha ouvido
falar. Chamei Marjorie para irmos para lá de pronto!
Mais uma hora e meia de viagem e chegamos num espaço
belíssimo, com todas as condições para
o curso! Fechamos a reserva na mesma hora.
Bem, o primeiro curso foi maravilhoso, muito emocionante,
depois veio o segundo (setembro de 2003), o terceiro (abril
de 2004) e o quarto (setembro de 2004), sempre com muito crescimento e cura para todos os participantes. Gente de todo o Brasil vindo. Crescimento assombroso.
Antes de cada curso, Christine fazia uma Transmissão,
vinham entre 200 e 300 pessoas de cada vez. Em junho de 2004
fizemos o primeiro Avançado no Brasil, para 27 pessoas.
A programação para o Brasil aumenta a cada ano.
Talvez em nenhum outro país existiu tanta receptividade
ao trabalho pioneiro de Christine Day como no Brasil. Este é um
país de gente intuitiva, sensível, de coração
aberto, abençoado é este país!
De minha parte, passei a viajar pelo mundo para fazer os novos níveis que Christine canaliza e oferece, porque antes de trazer para o Brasil, eu precisava passar, porque aqui era organizador e tradutor, não participante. Em abril de 2004 estive na Bélgica para o nível 4 e em outubro estive na Califórnia para o nível 5 e o programa Xamânico.
Em 2005 ocorreu no Brasil o primeiro treinamento no mundo para formar professores de Maná. A maior parte dos participantes veio da Europa, Estados Unidos e Israel. Tivemos ainda pela primeira vez o nível IV e V, bem como um Amanae intensivo de 5 dias (Amanae é o outro sistema que Christine Day canalizou). Quanto a mim, fui a Bruxelas ser iniciado no lindíssimo nível VI, que foi oferecido pela primeira vez no Brasil em 2006. Nesse mesmo ano, fui à Argentina ser assistente de Christine na estréia de Freqüências de Brilho naquele país vizinho, onde tivemos a mesma receptividade, o mesmo sucesso. Fui fazer o nível VII em Minnesota, e tivemos o primeiro programa Xamânico no Brasil, com Christine Day, poderoso!
Em 2007, primeiro Avançado na Argentina, nível VIII em Minnesota e pouco depois no Brasil. Christine passou a me iniciar para ser professor do Curso Básico. Trabalhei em Bruxelas, onde testemunhei a maior e mais espontânea explosão de alegria que tive a oportunidade de presenciar em minha vida, e foi transformador! Tivemos o primeiro Amanae-brain Avançado no Brasil. Nesse ano tivemos 3 turmas de Curso Básico, sendo que numa delas tivemos 40 participantes. Para que isso pudesse acontecer, o proprietário da Pousada, onde fazemos as vivências, teve que duplicar o salão de trabalho.
Em 2008 tivemos o primeiro Nível IX, com 45 participantes. Cheguei ao emocionante final de minha iniciação, acompanhando Christine nos Estados Unidos e no Brasil. Com 14 cursos básicos nesses cinco anos, formamos 308 terapeutas de Freqüências de Brilho no Brasil.
Quanto mais vivencio as Freqüências, quanto mais testemunho o que se passa com os participantes dos cursos, mais entusiasmado fico. Estou convencido que se trata de um dos métodos mais efetivos para ajudar na evolução psico-espiritual do ser humano. Pretendo continuar neste caminho, que tem sido extremamente gratificante e libertador.
Com amor, Miklos.
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